sexta-feira, 3 de outubro de 2008

Trabalho e tempo

Até ontem, é possível que pesadas cargas de sofrimento nos tenham sitiados o curso das horas.
Que tenhamos caído em faltas lastimáveis, das quails dificilmente nos levantaremos, como quem se demora a ingerir curativas poções amarga, que lágrimas nos hajam lavado o rosto, muitas e muitas vezes.
Que provas graves nos tenham experimentado a confiança e o discernimento.
Que desilusões nos hajam espancado o entusiasmo e a esperança.
Que obstáculos e golpes nos tenham visitado o espírito em luta.
Que afeições modificadas nos hajam imposto doloroso adeus ao coração.
Que as trevas tenham mostrado o propósito de esfriar nosso ideal.
Convulsionando-nos a área de serviço.
Que perturbações e conflitos nos hajam testados a fidelidade e a segurança no esforço de reconstrução da vida superior.
Que solidão e abandono, várias vezes nos tenham deixado em cinza e sombra.
Que adversário intransigentes nos hajam abatido a coragem de esperar e o prazer de servir.
Entretanto, na essência, não vale o mal que passou.
Importa, acima de tudo que estejamos no cumprimento de nossas obrigações, sem esmorecer, doando o melhor de nós mesmos.
Ao trabalho que a divina providência nos deu a realizar na seara do bem, porque de todas as concessões de Deus.
Nos instrumentos da vida.
É imperioso reconhecer que todas elas se refazem ou se reajustam, menos a dádiva do tempo que, depois de perdida não volta mais.

Emmanuel.

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