sábado, 4 de outubro de 2008

Em defesa da vida Suicídio nunca

Qual raio destruidor, em noite escura, que rasga os céus sombrios.
A idéia do suicídio relampagueia, na mente atormentada.
Quando os sofrimentos maceram, e o homem não se sente encorajado para superá-los.
O primeiro destrói o que encontra no caminho, enquanto o segundo faz que prossiga com inusitada intensidade a desventura que não vai consumida.
Porque é um ato de rebeldia, o suicídio interrompe o fluxo material da vida, não porem, a realidade desta.
Como efeito da intenção de fuga do sofrimento, este se alonga mais terrível e devastador.
A grande decepção do suicida, constatar o prosseguimento da vida e do problema de que se procurou evadir, com o agravante das dores morais advindas.
Porque não há morte, a vida continua em outras expressões vibratórias nos moldes plasmados pela conduta de cada um.
Não raro, a atitude lamentável do suicídio ocorre quando a questão já se estava resolvendo.

Matar-se nunca!
Joanna De Angelis

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